Posse da nova Diretoria do Consórcio Público para Gestão Integrada – CPGI

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Posse da nova Diretoria do Consórcio Público para Gestão Integrada – CPGI

No dia 2 de janeiro tomou posse a nova Diretoria do Consórcio Público para Gestão Integrada – CPGI.

Com mandato de um ano (2020), a nova Diretoria ficou assim composta: Presidente – Rodrigo Aparecido Lopes, Prefeito Municipal de Andradas; Vice-Presidente, Elias Tassoti, Prefeito Municipal de Divisa Nova e Secretário, João Paulo Facanali de Oliveira, Prefeito de Albertina.

A Superintendente Margot Navarro Graziani Pioli, fazendo uso da palavra, fez um retrospecto de quase 5 anos na gestão do Consórcio apresentando, ao final, um arrojado projeto para os municípios que fazem parte do Consórcio, qual seja, através de Parceria Público Privada (PPP), trocar todas as lâmpadas de 5 (cinco) dos sete municípios que fazem parte do Consórcio, por lâmpadas de LED, custeado com porcentagem da Taxa de Iluminação Pública.

Não há dúvida do benefício que trará para a população, principalmente a questão da segurança.

Como surgiu a ideia deste Projeto?

Quando a Superintendente Margot Pioli, pesquisando sobre iluminação pública de LED, verificou que no Município de Bento Gonçalves (Rio Grande Sul) havia um projeto em fase final para a troca de 113.000 lâmpadas, através de PPP, resolveu buscar profissionais para  que, através do Consórcio Público para Gestão Integrada – CPGI, pudesse implantar nos municípios que dele fazem parte como Albertina, Andradas, Bandeira do Sul, Divisa Nova, Ibitiura de Minas e Santa Rita de Caldas, mas somente 5 (cinco) municípios aderiram ao projeto.

 

E como está o projeto?

Está em fase de levantamento de informações e em vias de elaboração do Edital para realizar licitação da empresa que fará o investimento. Dentro deste projeto deverá ser estabelecido o prazo para a troca de lâmpadas, o quanto da Taxa de Iluminação Pública será destinado para custear o investimento, o prazo em anos, talvez 25 anos, a possibilidade de incluir extensão de rede, além da necessidade de uma audiência pública e consequente aprovação pela Câmara Municipal dos respectivos municípios.

 

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